No evento, participaram com exposições de práticas sustentáveis empresas como BAT Brasil, China Brasil Tabacos, JTI e Philip Morris, além da Alliance One Brasil, que apoiou a realização. A presença do SindiTabaco reforçou o protagonismo do setor, que congrega 14 companhias, no debate sobre responsabilidade socioambiental.
Um dos pontos destacados foi o papel do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), modelo consolidado há mais de cem anos e que aproxima produtores e empresas em torno de boas práticas agrícolas, sociais e ambientais.
“Engajar e conscientizar os produtores integrados sobre boas práticas agrícolas é uma das missões da assistência técnica gratuita oferecida pelo SIPT. Mesmo antes do termo ESG ser cunhado, a cadeia produtiva do tabaco já atuava em programas de combate ao trabalho infantil, iniciativas de logística reversa, reflorestamento e manejo correto do solo”, destacou Fernanda Viana Bender, assessora técnica do SindiTabaco.
De acordo com ela, a expressiva participação das empresas no encontro confirma a maturidade do setor frente às exigências atuais.
“A sustentabilidade deixou de ser um diferencial: é uma prioridade estratégica para este setor que historicamente está ligado ao desenvolvimento regional”, completou.
O setor e a sustentabilidade
O modelo de integração do tabaco, referência para outras cadeias produtivas, combina assistência técnica gratuita, garantia de compra e apoio ao desenvolvimento rural. Além disso, o setor mantém iniciativas contínuas nas áreas de educação, proteção ambiental e governança corporativa, reafirmando seu compromisso com o futuro das comunidades em que atua.
Entenda o caso
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