Boa tarde amigos leitores
E se foi o janeiro!
* A bestialidade humana não tem limites…
Esta última semana de janeiro teve as páginas policiais e as redes sociais dominadas por uma série de barbáries que mostram que nossa sociedade, e nossas famílias como célula base dessa sociedade, estão perdendo a humanidade. O bom senso, o respeito, a sanidade mental e a moral parecem estar cada vez mais relativizados em uma sociedade que, para dizer o mínimo, parece estar adoecendo (ou já está plenamente doente?).
Idosos são maltratados, ofendidos e agredidos por seus familiares, como se fossem trastes cuja vida, neste momento, se tornou insignificante; crianças são torturadas, espancadas, assassinadas por seus pais, como se fossem inconveniências a serem tiradas do caminho pelo simples fato de existirem; animais são vítimas de maltratos e violência como se fossem coisas voltadas a satisfazer o ódio, o sadismos e a satisfação doentia dos seres humanos (será que são humanos, mesmo?).
Sobe isso, e para resumir, eu digo apenas uma coisa: mostre-me como tu tratas os idosos, as crianças e os animais, que eu te digo que tipo de pessoa tu és e de que tipo de família tu vens… simples assim. A família… ah, a família…
* E o Colorado, hein?
Para minha surpresa e acho que de muitos, contrariando todas as minhas (pessimistas) expectativas, o Colorado passou o relho no Tricolor, em uma vitória que, se não apresentou uma grande qualidade futebolística, ao menos nos presenteou com um placar um pouco mais dilatado do que o “normal”. Fazia tempo que não tínhamos oportunidade para uma comemoração assim, tão pouco para tanta flauta que, desculpando o trocadilho, não foi pouca, ahahahahah.
Porém, e sempre há poréns, bastou começar o Campeonato Brasileiro, edição 2026, para termos um choque de realidade e voltarmos à velha e boa rotina de futebol ridículo e desempenho pífio; e mais uma vez a constatação é essa: falta qualidade (muita) ao nosso time e falta futebol aos nossos jogadores. Têm uns pernas de pau ali que não sei como é que fardam para jogar, pois são ruins de dar pena. Não entendo nem como é que foram contratados e só posso especular que há interesses (políticos, empresariais e financeiros) por trás dessas contratações. É muita pobreza futebolística.
Sei não, mas acho que teremos um ano bíblico, no sentido de apocalíptico, no futebol colorado, ahahahahah: choro, ranger de dentes e cheiro de enxofre, ahahahah.
E o amigo tricolor não pode nem flautear muito, pois a situação que se lhe apresenta também não é das melhores. Mas ainda acho (de achismo) que o time deles é melhor do que o nosso…
Não se engane amigo leitor, o Gauchão é, tanto para nós alvirrubros quanto para tricolores, a única possibilidade de título este ano. O resto é o famoso “te escapa medinho, que o medão te pega”, ahahahah. Ou não? Hein? Hã?
Triste sina de um torcedor quando a sua maior alegria é o revés do rival…
A propósito, ganhei três cafezinhos apostados no último Grenal.
* Um destaque…
Deixo aqui me abraço ao vereador Dion aqui do Vale que, assíduo leitor da coluna, não se privou de apostar (e perder) um cafezinho. Seus comentários e críticas são sempre bem vindos. Obrigado.
Bom fim de semana e até à próxima, se Deus quiser.
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