Polêmicas…
* O que é polêmica?
Em um conceito amplo, utilizando-se de algumas informações obtidas em pesquisas na internet, uma polêmica é uma discussão, debate ou controvérsia acalorada sobre um determinado tema, gerando opiniões divergentes, fortes, fundamentadas e justificadas.
Na origem da polêmica temos dois elementos básicos: um, o fato, ideia ou condição que gera ou desencadeia o posicionamento e a manifestação de diferentes pontos de vistas; outro, o conflitos de diferentes pontos de vistas propriamente dito e os argumentos e fundamentações que marcam ou se posicionam diante deles (desses diferentes pontos de vistas).
* Por que escrever sobre polêmicas?
Estamos em um ano eleitoral e, sabemos todos, se tem um assunto que é bastante polêmico é a política, principalmente a partidária (mas não só). Então é bom entendermos esse processo, pois que, queiramos ou não, dele não escaparemos.
* O processo da polêmica
Como dito no início da coluna, ocorrido o fato que desencadeou a polêmica, começam os embates de pontos de vistas entre os polemizantes (ou seriam polemistas?); começa-se a buscar posicionamento entre um e outro lado contendor, pois que a polêmica envolve isso: contenda, disputa e conflito (no sentido positivo da expressão, se é que o amigo leitor me entende).
O ideal, quando nos deparamos com polêmicas, seria que um dos lados contendores tentasse convencer o outro lado acerca de sua razão ou da razão de seus argumentos; feito o convencimento, teoricamente a polêmica deixaria de existir. Parece simples…
* Porém…
E sempre há poréns, o que se vê é que quanto maior é o conflito de ideais, mais radical e intransigente se tornam aqueles que as defendem, numa condição que tende a aumentar cada vez mais a intensidade e o alcance da polêmica (e das disputas), principalmente na área sobre a qual eu estou me dedicando hoje: política.
E isso é o que ocorre no Brasil: a polarização política está em um tal nível de radicalização e intransigência que os lados contendores se veem como inimigos, não só como adversários e, pior, não admitem se quer a possibilidade de alternativa fora desse contexto (se é que é possível alternativa a essa polarização).
* A polêmica da polêmica
Então, como dito, neste ano eleitoral tudo aponta para uma disputa polarizada, pois o que vimos até agora é não haver a mínima possibilidade de termos uma alternativa plausível.
Dito isso, resta o óbvio: a eleição para mandante-mor de nosso país o candidato A ou o B.
E aí vem a polêmica da polêmica que intitula essa seção da coluna, qual seja, o eleitor que não é alinhado nem com A nem com B, que inclusive não acredita na competência nem de um, nem de outro, estará diante de três alternativas:
votar em branco, declarando que qualquer um serve e, portanto, seguirá a maioria;
Votar nulo, dando o recado de que nenhum deles serve e deixando que os outros eleitores escolham por si; ou
optar entre A ou B diante da necessidade de escolher o ruim para que o muito ruim não vença, num típico exemplo de vitória pílrrica…
E aí, o que fazer? Quem viver, verá!
Bom fim de semana e até à próxima, se Deus quiser.
PS: Por falar em polêmica, alguém aposta um cafezinho no pior time do GRENAL amanhã? ahahahahahahah
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