Paternidade além do fardamento: Policial militar fala sobre ausências inevitáveis e o compromisso de proteger em casa e nas ruas
Guilherme de Barros Souza, 38 anos, é Policial Militar e pai de Enzo Forrati Souza, de 14 anos, e Maria Cecília de Barros Souza, de 2 . Ele vive na prática o que significa ter que abrir mão de momentos importantes para cumprir seu dever com a sociedade. Ainda assim, não perde de...

“Ser pai representa, além do amor infinito, representar ser guia, mentor na missão de educar, proteger, cuidar diariamente para que se torne uma pessoa boa, e esteja preparada para o mundo.”
Datas comemorativas e fins de semana muitas vezes são passados em serviço. A ausência, no entanto, é explicada com verdade e recompensada com afeto.
“Ser pai é um desafio pra todos os policiais, pois várias datas comemorativas estamos protegendo a sociedade, deixando de ficar com os filhos para um bem maior, mas sabemos e explicamos que é para um bem maior, e a falta de um dia sempre tentamos recompensar em outro dia ou de outras formas, sempre dando muito amor e carinho.”
E revela que, mesmo em situações de risco, o pensamento está sempre neles.
“Acredito que não só eu mas todos os policiais, o primeiro pensamento sempre é na família, nos filhos, pois por várias vezes saímos pra trabalhar e pegamos ocorrências complexas, e o pensamento durante ela, depois que ela passa, sempre é voltar pra casa e dar um beijo e um abraço nos filhos.”
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