A justiça autorizou o pedido da Polícia Civil, de prorrogação por mais 30 dias da prisão temporária de Deise, presa em 5 de janeiro, com prazo de 30 dias. A prorrogação vale a partir do dia 4 de fevereiro, quando essa ordem venceria.
Segundo o delegado Marcos Vinicius Muniz Veloso, “a liberdade de Deise coloca em risco a obtenção das provas”, e por isso a prorrogação foi solicitada.
Além da morte das três mulheres que comeram o bolo envenenado com arsênio no Natal, Deise também é suspeita pelo falecimento do sogro, ocorrido em setembro.
O inquérito do caso segue em andamento. A polícia localizou um recibo do pedido do veneno, feito pela internet, onde consta o nome da investigada como a receptora e também consultas feitas por ela, na internet, com termos como “arsênio veneno”, “arsênico veneno” e “veneno que mata humano”.
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