A aposentada, Maria Ione da Rosa, deitou sobre a estrada de terra em frente a sua casa, na rua Manuel Alfredo de Borba, segundo ela não havia necessidade de passar as máquinas na sua rua. “Falei com o motorista da máquina, pedi que por favor, que não passasse aqui, para evitar a poeira, então o operador me respondeu que precisava fazer o serviço pois tinha recebido ordens do secretário, então eu avisei a ele que iria me deitar no chão para evitar que ele passasse com a máquina” e assim fez a aposentada.
Segundo a moradora, após uma longa conversa, entramos em um acordo de que os funcionários iriam terminar os seus serviços, e nas próximas vezes, seria verificado se realmente há necessidade de passar a máquina.
Confira a reportagem completa na edição impressa do Jornal Gazeta Popular
Entenda o caso
Transparência editorial
O Gazeta Popular mantém páginas públicas de referência editorial para facilitar a identificação da equipe, critérios de publicação e canais de contato.

