Lembrou, em nome do historiador Anderson, que no dia 14 de julho é marcada a queda da Bastilha em 1789, evento que deu início à Revolução Francesa e resultou na primeira Declaração Universal dos Direitos Humanos. Evaldir destacou que a data se conecta com o momento atual do país e do mundo, reforçando a importância da liberdade e dos direitos fundamentais.
O vereador abordou as questões de taxações consideradas abusivas e citou fala publicada no jornal Gazeta Popular, onde Breno Pires Moreira criticou ingerências externas nos assuntos internos do Brasil. Evaldir reforçou que o Presidente Lula não é o Brasil e que o país é soberano, pedindo reflexão sobre a politização excessiva que ocorre, onde partidos divergem, mas, em Brasília, muitas vezes todos agem como governo federal.
Ainda em sua manifestação, trouxe à tona um tema já abordado pelo jornal Gazeta Popular, referente à possível cedência definitiva do Ginásio de Esportes Ernani Weber para a empresa RS Calçados. Evaldir enfatizou que não é contrário à geração de empregos, considerando que “barriga cheia vem em primeiro lugar”, mas destacou que a medida é temerária e não contará com seu apoio, considerando a magnitude do prédio e do terreno em questão. Questionou o motivo de se buscar áreas para a construção de um parque de eventos enquanto se discute a cessão de um patrimônio público a uma empresa privada.
Durante os apartes, reforçou ser favorável à criação de empregos, mas considerou desnecessária a cessão definitiva do prédio, agradecendo os esclarecimentos do vereador Elísio e destacando que não é contra a geração de postos de trabalho, pedindo que não coloquem palavras em sua boca. Também questionou o valor do novo poliesportivo em construção, adiantando que o tema gerará discussões futuras e que protocolará pedidos de informação relacionados à RS Calçados e à empresa Intabra.
Na sequência, Evaldir criticou o que considera perseguição política no município, relatando a mudança de turno da servidora Tati Helfer para o período noturno, lamentando o ocorrido e cobrando o fim de perseguições dessa natureza.
Em seu espaço de liderança, reiterou a gravidade da situação, enfatizando que, antes de tudo, vem o trabalho, e reconhecendo a RS Calçados como apoiadora na instalação de novas empresas. Destacou o temor da população quanto à perda de um prédio público que possui história e afirmou que não há necessidade de trazer pessoas para pressionar ou aplaudir os vereadores, pois o que a comunidade deseja é emprego, e que atuará nesse sentido.
Abordou a falta de vagas na creche Pequeno Polegar, informando que há disponibilidade na ABC dos Anjos, mas pontuando que isso levanta a discussão sobre o direito das crianças ao acesso à creche, considerando que há recursos disponíveis para a área.
Por fim, lamentou a morte de mais uma pessoa em ação policial ocorrida na semana passada, fato que, segundo ele, tem gerado medo na população. Disse sentir-se enojado com a situação e criticou o silêncio do governador diante desses episódios, ressaltando que é preciso combater as “laranjas podres” dentro das forças de segurança.
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