Pular para o conteúdo principal
sábado, 04 de julho de 2026   Vale do Rio Pardo Indicadores atualizados Edição Digital
Edição em Texto

Categoria Crônica: VALE VERDE: ENTRE 
SILÊNCIO E POESIA

A 1ª colocada foi Francine Aparecida Thiesen, da Escola Curupaiti, orientada por Alexandra Rosa, com o texto “Vale Verde: entre silêncio e poesia”. VALE VERDE: ENTRE SILÊNCIO E POESIA Há lugares que se impõem pela grandiosidade das construções, pela pressa das avenidas ou pelo...

A 1ª colocada foi

Francine Aparecida Thiesen,

da Escola Curupaiti, orientada por

Alexandra Rosa, com o texto

“Vale Verde: entre silêncio e poesia”.

 

VALE VERDE: ENTRE

SILÊNCIO E POESIA

Há lugares que se impõem pela grandiosidade das construções, pela pressa das avenidas ou pelo barulho constante da vida urbana. E há outros que se impõem justamente pelo contrário: pelo silêncio que acolhe, pela calma que ensina e pela paisagem que nunca deixa de emocionar. É nesse contraste que se revela a beleza do nosso município, onde a vida parece caminhar em outro ritmo.

No fim da tarde, quando o sol se despede atrás dos cerros, Vale Verde se veste de ouro. O céu, pintado alaranjado e rosado, parece confirmar aquilo que o hino já diz: “Lindos campos, belas flores, encantos e belezas naturais”. E basta olhar em volta para perceber que não é exagero, é apenas a verdade cantada em versos.

Os campos se estendem e abraçam nosso rio que reflete o brilho do entardecer. As flores brotam, competindo com o arco-íris. Até o canto dos pássaros, quando se recolhem ao anoitecer, parece um agradecimento diário por viver aqui.

E nesse cenário, a vida simples se revela grande. Uma criança passa de bicicleta pela estrada de chão, levantando poeira como quem levanta sonhos. O agricultor, voltando do trabalho, carrega nas mãos não só o fruto da terra, mas também a coragem de um povo que da luta não foge jamais.

Vale Verde é mais que paisagem: é símbolo de esperança. O rio que corre lembra a fartura, e os vales confirmam que a vida aqui é manancial. Não é à toa que o povo canta com orgulho: “Nossa terra és nosso lar”.

E talvez seja justamente a união entre natureza e humanidade que torna essa cidade única. Aqui, cada pôr do sol, cada flor que nasce, cada gesto de solidariedade se transforma em símbolo de pertencimento. Vale Verde não é apenas cenário: é história viva, escrita todos os dias por quem a chama de lar. Porque, de fato, é aqui que a bravura encontra o amor, e que a simplicidade se transforma em esplendor.

Transparência editorial

Informações sobre a produção, autoria e atualização desta publicação.

Tipo de conteúdo Notícia
Fonte/Origem Apuração/Redação
Autor Gazeta Popular
Atualização 24/10/2025 às 20:22
Categoria Edição em Texto
Cidade Vale Verde
Leitura 2 min
Extensão 374 palavras
A Gazeta Popular mantém páginas públicas de referência editorial para facilitar a identificação da equipe, dos critérios de publicação, das políticas de correção e dos canais de contato.
  • Autoria identificada
  • Data de atualização visível
  • Política editorial pública
  • Canal de correção disponível

Entenda o caso

O que aconteceu?Categoria Crônica: VALE VERDE: ENTRE 
SILÊNCIO E POESIA
Onde?Vale Verde
Fonte da informaçãoRedação Gazeta Popular

Transparência editorial

Tipo de conteúdoNotícia
Fonte/OrigemApuração/Redação
Última atualização24/10/2025 às 20:22

O Gazeta Popular mantém páginas públicas de referência editorial para facilitar a identificação da equipe, critérios de publicação e canais de contato.