Giovana Toillier,
da Escola Curupaiti, orientada pela professora
Leila Rosa de Abreu Severo, com o texto
“Vale Verde: ficar é escolher”.
Vale Verde: ficar também é escolher
Vale Verde, cidade pequena e encantadora, cercada de gerações e opiniões. Certo dia escutei algo que me chamou a atenção, o que me fez parar e refletir sobre esta cidade que tanto admiro, será que vale a pena continuar em Vale Verde? Muitas vezes o pensamento de que mudar de cidade é sinônimo de progresso, mas isso nem sempre se confirma na prática.
Cidade em que cresci e vivo até os dias de hoje, tenho meus familiares aqui minha rotina e conexões que eu tenho certeza que não encontraria em qualquer lugar. Mudar de cidade não é tão simples como imaginamos e pode nos custar um preço alto: custo de vida, violência, saúde. Aqui, os vizinhos ainda se conhecem pelo nome, nos comércios todos sabem quem somos, isso nos traz confiança. Além de que acordar e escutar os pássaros cantando é algo raro em um mundo como este em que só se escuta buzinas de carros e fábricas fazendo barulhos insuportáveis, algo muito comum em outras cidades. Ao escolher ficar em Vale Verde não estarei pensando só em mim mas também no futuro desta cidade.
Por fim, escolher ficar em Vale Verde é um ato de amor não é fechar os olhos para os desafios, mas sim escolher ficar onde o crescimento pode andar de mãos dadas com a simplicidade. Ficar não é se limitar, mas sim, valorizar um lugar onde já é lar e quem tem tudo para florescer ainda mais.
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