A ideia, como explicou Jaqueline, é trabalhar para dar mais visibilidade aos roteiros, que são patrimônios culturais e turísticos de extrema importância para Santa Cruz do Sul. “Vamos identificar pontos que podem ser melhorados para oferecer uma experiência mais agradável e segura para os visitantes. Esses caminhos são um testemunho da rica cultura germânica que permeia nossa região e acredito que eles têm um grande potencial para atrair turistas interessados em história, cultura e gastronomia”, disse.
Segundo ela, se bem estruturados e valorizados, o turismo no interior também pode vir a ser um importante vetor de desenvolvimento econômico para a região, gerando empregos e renda para as comunidades locais. “Por isso é fundamental que continuemos a trabalhar juntos para preservar e promover esses patrimônios. Vamos continuar a melhorar a infraestrutura, a sinalização e os serviços oferecidos aos visitante, para que eles possam ter uma experiência única e inesquecível ao percorrer a Rota Germânica e os Caminhos da Imigração”, acrescentou.
O primeiro ponto de parada no Roteiro Caminhos da Imigração foi a Rua José Germano Frantz, a mais antiga e local de chegada dos primeiros colonos alemães. Em seguida a antiga cooperativa, que abriga atualmente a Subprefeitura de Linha Santa Cruz. O prédio está sendo revitalizado e a prefeitura pretende implantar no local, também um espaço para a agricultura familiar e para os artesãos.
Dentre os pontos visitados, estavam também a Escola Estadual Professor Affonso Pedro Rabuske, fundada em 1853; a Paróquia Santos Mártires das Missões, a Cruz dos Assmann, o Salão Frantz, o Cemitério Evangélico de Alto Linha Santa Cruz, a Igreja Evangélica de Linha Santa Cruz, os mirantes de Boa Vista e da Igrejinha Evangélica de Andrade Neves, o Sítio 7 Águas, o local em que foi celebrada a primeira missa e a Pousada Camponesa.
Já na Rota Germânica de Rio Pardinho, o roteiro de visitas incluiu, dentre outros pontos turísticos, o Mosteiro da Santíssima Trindade, em Linha Travessa; a Igreja Imigrante, a primeira do Rio Grande do Sul a ter uma torre, e também o Sítio Thomas Ecke, fortemente atingido pela tragédia climática de maio do ano passado. O empreendimento precisou passar por diversas intervenções.
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