A ação do MP foi motivada após a queda e remoção de quatro tipuanas em meio às obras de revitalização da via. Barin solicitou uma vistoria do Gabinete de Assessoramento Técnico ( GAT),e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), afim de avaliar “se as tipuanas que, supostamente, estão com as raízes cortadas, são, de fato, irrecuperáveis”, consta no texto.
Na segunda-feira, 17, após a queda de duas tipuanas, o promotor conversou com o prefeito e sugeriu que a obra fosse paralisada. Depois disso, na reunião de terça, o prefeito Sérgio Moraes afirmou que as atividades não serão paralisadas e que ” a árvore que estiver sem raiz ali vai ser retirada”.
Ele afirmou que as intervenções são necessárias para evitar tragédias ou danos à integridade física de pedestres e ao patrimônio construído.
No entanto, o Ministério Público reforçou na portaria a necessidade de suspensão temporária das obras até a obtenção de laudos técnicos que justifiquem a continuidade das intervenções.
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