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Prejuízos ultrapassam R$ 10 bilhões, segundo municípios

Um boletim da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgado na última quarta-feira, 29, revela que os prejuízos decorrentes das chuvas no Rio Grande do Sul chegam a 10,4 bilhões. Destes, R$ 2,4 bilhões são no setor público. O setor habitacional contabiliza prejuízos de R$ 4,6 bilhões. De acordo com o levantamento da CNM, aproximadamente 108,6 […]

Por Gazeta Popular • Publicado em 31/05/2024 às 15:35
Atualizado em 01/07/2024 às 10:07

Um boletim da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgado na última quarta-feira, 29, revela que os prejuízos decorrentes das chuvas no Rio Grande do Sul chegam a 10,4 bilhões. Destes, R$ 2,4 bilhões são no setor público. O setor habitacional contabiliza prejuízos de R$ 4,6 bilhões. De acordo com o levantamento da CNM, aproximadamente 108,6 mil unidades habitacionais foram atingidas. Destas 99,4 mil foram danificadas e 9,2 mil destruídas. Em infraestrutura pública, o prejuízo atual é de R$ 2,5 bilhões. Já no setor privado (atividades comerciais), os danos somam R$ 3,9 bilhões, sendo R$ 3,4 bilhões relacionados ao agronegócio após as chuvas no estado.

Durante a XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada de 20 a 23 de maio, foram apresentadas duas medidas estruturantes pela CNM para o enfrentamento de calamidades e situação de emergência no país. A primeira se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição que institui o Conselho Nacional de Mudanças Climáticas, a Autoridade Climática Nacional e o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas, protocolada pelo deputado Gilson Daniel (Podemos-ES). A segunda foi o lançamento do Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres.

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Dos municípios afetados, 418 tiveram decretação de anormalidade feita pelo governo estadual, sendo 340 Municípios em situação de emergência e 78 em estado de calamidade pública devidamente reconhecidos pelo governo do estado do Rio Grande do Sul, por rito sumário.  A CNM destaca que a maioria dos Municípios que registraram seus decretos de anormalidade, começaram a detalhar os danos materiais e humanos.

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31/05/2024 | gazetapopular.com