Tania relatou que está acompanhando de perto a situação e buscou informações junto à Assistência Social, sendo informada de que o caso deveria ser analisado inicialmente pela Procuradoria. Segundo lhe explicaram, após a Procuradoria emitir relatório, a Assistência Social poderia tomar as providências cabíveis. Diante disso, dirigiu-se até a Procuradoria, onde recebeu a informação de que o CRAS de Passo do Sobrado poderia ter oficiado diretamente o caso ao órgão competente para que as medidas fossem tomadas.
A vereadora explicou que, ao receber uma denúncia de uma pessoa que necessita de cuidados, é obrigação do CRAS tomar providências e encaminhar o caso às instâncias necessárias, e não transferir essa responsabilidade para terceiros. Relatou que, por lutar pela garantia de direitos desse idoso, foi chamada de “resistente” e reiterou que sua resistência é em defesa de um direito básico de quem precisa de cuidados urgentes.
Durante sua fala, Tania leu a resposta enviada pela Promotoria, na qual consta que “o CRAS deveria ter feito ofício e enviado a situação diretamente ao Ministério Público”, evidenciando que não seria necessário que a vereadora corresse atrás de algo que é responsabilidade da assistência social do município.
A vereadora reforçou que continuará fiscalizando o caso e espera que a Assistência Social tome as medidas cabíveis, alertando que “o caso está ficando muito sério” e que o idoso necessita de ajuda imediata.
Entenda o caso
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