Pular para o conteúdo principal
segunda-feira, 29 de junho de 2026   Vale do Rio Pardo Indicadores atualizados Edição Digital
Opinião

É óbvio amigo leitor

As impressões da semana conforme um ponto de vista bastante peculiar: o meu, ahahahahah.

Salve amigos leitores

As impressões da semana conforme um ponto de vista bastante peculiar: o meu, ahahahahah.

* É óbvio amigo leitor

A acusação que mencionei semana passada foi, obviamente, em tom de brincadeira, não tenho a menor dúvida. Dividi com os amigos leitores, por que em outra oportunidade eu já havia sido “acusado”, kkkk, do mesmo crime. Era para rir, certo?

Penso que a reflexão foi válida, apesar da brincadeira. 

* E o general inverno chegou forte – algumas reflexões

A onda de frio que nos atinge foi prevista. E conforme manda nosso inverno subtropical, ela é relativamente intensa, principalmente quando associada à umidade, fator esse que faz com que nosso frio seja um pouco diferente do frio de outras regiões e até de outros países. 

Sempre que enfrento um frio mais rigoroso sou tomado por um pensamento que me diz que o verão é mais democrático (que o frio), com certeza; de outra banda, o inverno é mais seletivo, na medida em que atinge de forma desigual as pessoas. Concorda comigo amigo leitor?

Daí a importância de desenvolvermos nossa solidariedade neste momento, participando das campanhas de arrecadação, entre outros, de agasalhos, pois que o frio, quando não enfrentado de forma minimamente satisfatória, fere e mata. 

E fica a ressalva: doar agasalhos e calçados não é sinônimo de “desfazer-se de roupas e sapatos velhos”. Infelizmente muitas pessoas não sabem disso e encaminham para doação trapos imundos, velhos e rasgados e, muitas vezes, inservíveis. Isso não é solidariedade, muito pelo contrário.  Concorda comigo amigo leitor?

* Coisas da vida urbana

Feriado nacional, o trabalhador louquinho por um soninho mais prolongado, afinal a semana foi puxada e o trabalho exigente, e vai que a turma da obra ao lado da casa resolve usar o trator compactador, vulgo rolo compressor, das sete da manhã até às dezessete horas do feriado. Tudo tremendo, casa, pessoas, tudo. Até o cachorro e um gambá que se aninhou por aqui tremiam, ahahahah. Não preciso dizer que o merecido descanso e a paz que o acompanha foi pelo ralo…

Da mesma forma, em pleno sábado pela manhã, às sete da matina, no silêncio do soninho matinal, o carro de som passa em frente à casa com o volume estradulado, anunciando promoções de uma loja, ou festa de uma comunidade, ou evento tradicionalista… E o justo e merecido soninho da aurora foi por água abaixo…

Meio de semana, dia e noite frios de renguear cusco, e a turma da obra, a mesma do parágrafo acima, começa a preparar o piso de concreto com máquinas bastantes barulhentas. Tudo bem se o serviço fosse prestado em horário comercial, pois que até razoável ter que suportar a barulheira, mesmo eu trabalhando em home office. Porém, o serviço foi, ininterruptamente, até às cinco da matina do dia seguinte. Isso mesmo, varou a madrugada… Sei que a obra não pode parar, eu acompanho o trabalho diariamente árduo da turma, mas passar uma noite inteira (no sentido literal) ouvido o intenso barulho de motores e máquinas não foi fácil, até por que a distância entre a obra e minha casa é de menos vinte metros. Dá pra imaginar a disposição do trabalhador no dia seguinte? Felizmente foi uma noite só.

Mas esse é o preço da vida urbana. Ou não? Hein? Hã?

* Por fim (mas não menos importante)

E a selecinha, hein? Mordi a língua e engoli o pessimismo: passou fácil pelo Haiti.

Agora vem o Japão. Acho que passamos também, pois o somatório de nossos talentos individuais deve ser maior que a coletividade dos orientais. Mas não existe jogo jogado, pois que se não tiverem “sanguenoszóio” já era… 

E aí eu tenho que ouvir a avaliação de um repórter sobre a participação do menino Ney no jogo contra o Haiti: “foi maravilhoso, não comprometeu, ajudou o Brasil a controlar o adversário; enquanto esteve com a bola, ela não estava com o adversário; jogou junto com o time e mostrou que conhece futebol…” Hein? Como assim, cara pálida? Mas que barbarbaridade, ahahahahah.

* Por falar em futebol

Diz meu médico ao relatar os resultados de meus exames gerais: parabéns, seu quadro apresentou uma melhora considerável; a pressão arterial está muito sob controle; o coração voltou a bater ao normal; seu humor foi restaurado; a avaliação de seu sono foi significativamente positiva. Algum motivo especial para essa repentina melhora? Claaaaro doutor, há quanto tempo que o Colorado não joga? Ahahahahahahahah, essa foi boa, ahahahahahahh.

Pra frente Brasil, Brasil, salve a seleção!!!!!

  Bom fim de semana e até à próxima, se Deus quiser.

Transparência editorial

Informações sobre a produção, autoria e atualização desta publicação.

Tipo de conteúdo Opinião
Fonte/Origem Colunista/Opinião
Autor Breno Pires
Atualização 29/06/2026 às 06:37
Categoria Opinião
Leitura 4 min
Extensão 816 palavras
Este conteúdo representa a análise ou opinião do autor identificado. A Gazeta Popular mantém páginas públicas de referência editorial, canais de contato e política de correções.
  • Autoria identificada
  • Data de atualização visível
  • Política editorial pública
  • Canal de correção disponível

Entenda o caso

O que aconteceu?É óbvio amigo leitor
Onde?Local não informado
Fonte da informaçãoRedação Gazeta Popular

Transparência editorial

Tipo de conteúdoOpinião
Fonte/OrigemApuração/Redação
Última atualização29/06/2026 às 06:37

O Gazeta Popular mantém páginas públicas de referência editorial para facilitar a identificação da equipe, critérios de publicação e canais de contato.