A repercussão surgiu em fevereiro, após um vídeo publicado nas redes sociais pela vereadora. Neste vídeo, Nicole cita que, “Vim dar uma ótima notícia. Existe um problema na parte elétrica do hospital que precisa ser resolvido, e é muito caro. Mal eu sabia que isso podia ter sido resolvido dentro de casa. O deputado Covatti Filho, meu noivo, me deu de presente R$ 1,3 milhão para que eu repassasse ao Hospital Santa Cruz e fosse feita toda a parte elétrica e a instalação de aparelhos de ar-condicionado — disse a vereadora.
Ela teria ido a Brasília juntamente com o professor Rolf, e com um levantamento do valor necessário para reformar toda a fiação da Ala São Francisco. A atual rede elétrica apresenta risco de superaquecimento e até incêndio.
A situação ganhou destaque nos portais de notícias nacionais pelo fato de a vereadora ter dito, no vídeo gravado na Esplanada dos Ministérios, que a emenda era “um presente do noivo”. Apesar de a frase ter causado polêmica, não há ilegalidade no trâmite da emenda.
“No verão, várias pessoas, justamente naquela época de ondas de calor com temperaturas superiores a 40 graus, mandando mensagem para a Nicole, dizendo ‘estamos aqui trazendo ventilador de casa para a gente conseguir dar uma assistência, um mínimo de conforto para o nosso familiar que está na Ala São Francisco”, esclarece o deputado.
“Nós somos gestores de sonhos numa comunidade. E, à medida que tem uma entidade como o Hospital Santa Cruz,que atende 26 municípios, que é uma ala SUS, e segundo o próprio depoimento do professor, dizendo que é impossível fechar as contas de uma entidade hospitalar sem as emendas parlamentares, tanto a vereadora Nicole quanto eu estamos fazendo essa indicação através do meu mandato como deputado federal de R$ 1,3 milhão para fazer toda a reforma”, afirmou.
O orçamento federal foi sancionado nesta sexta-feira, 11, pelo presidente Lula. E o hospital poderá cadastrar a proposta nos próximos dias. O repasse deve ser liberado entre 60 e 90 dias após o registro no sistema de convênios do governo federal.
Entenda o caso
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