De acordo com a investigação, o crime aconteceu em 11 de julho de 2025. Douglas teria sido surpreendido e espancado na Rua Alborina Rodrigues. Em seguida, foi colocado à força no porta-malas de um Gol prata, conduzido por um dos acusados.
O veículo seguiu em direção à estrada que leva a Venâncio Aires. Próximo à ponte do Arroio Taquari Mirim, a vítima foi retirada do carro, novamente agredida e, logo depois, esfaqueada oito vezes pelo réu de 26 anos. Os golpes atingiram o rosto, o pescoço e a região cervical. Após as agressões, Douglas foi arrastado até a ponte e arremessado nas águas do arroio.
O corpo foi encontrado apenas cinco dias depois, em 16 de julho. Desde então, os quatro acusados estão presos preventivamente.
Na denúncia, o promotor Rogério Santos aponta que eles devem responder por sequestro, homicídio duplamente qualificado — por meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima —, além de ocultação de cadáver.
A motivação ainda não foi totalmente esclarecida, mas a principal linha investigativa é de que o crime tenha sido motivado por desavenças pessoais entre a vítima e os acusados.
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