Na delegação brasileira estão confirmadas as presenças do vice-presidente da Fetag, Nestor Bonfanti e do coordenador geral da Fetraf, Rui Alberto Valença, e do vice-presidente do Sindilat, Guilherme Portella dos Santos.
O deputado destaca que, apesar das inovações tecnológicas que vêm sendo implementadas em toda a cadeia do setor lácteo, em especial nas propriedades rurais, a competitividade, seja no processo de produção ou na comercialização, é impactada por um conjunto de fatores que afetam de maneira desigual os países integrantes do bloco, com destaque para o tamanho da carga tributária incidente sobre os insumos e processos, questões de legislação ambientais, de infraestrutura e logística e climáticas. “No Brasil atravessamos uma crise sem precedentes que tem a ver, também, com a questão da importação. Ou enfrentamos esse debate agora ou, no ritmo que vai, restarão poucos produtores na atividade”, alerta.
De acordo com levantamento feito pela Emater em quatro anos, o Rio Grande do Sul perdeu 33,53 mil produtores de leite. O número representa recuo de quase 40%. De 84,2 mil em 2015 caiu para 50,66 mil em 2019. A maior parte da redução foi entre produtores com média de produção de até 50 litros de leite por dia: 70% a menos em quatro anos.
Entenda o caso
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