seg. out 15th, 2018

Amprotabaco participa de encontro na Missão Diplomática na Suíça

Amprotabaco participa de encontro na Missão Diplomática na Suíça

Membros da delegação brasileira estiveram reunidos na embaixada, para pedir apoio da diplomacia durante a realização do evento

Genebra (Suíça) – A delegação formada por membros da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) participou de um encontro na Missão Diplomática do Brasil na Suíça. O encontro serviu para estreitar os laços da entidade com a diplomocia, na intenção de conseguir mais informações sobre as discussões da conferência, que passaram a ter acesso restrito no segundo dia da 8ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle
do tabaco (COP-8). A embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo recebeu os membros da Amprotabaco e demais entidades que participam da conferência.
Segundo o tesoureiro da Amprotabaco, Giovane Wickert, a recepção na embaixada foi calorosa. “Nós pudemos ter a oportunidade de falar em nome da Amprotabaco, deixando claro o interesse na discussão sobre o contrabando, que prejudica toda a cadeia produtiva.” Wickert explicou que o tema interessa toda a cadeia produtiva, que prejudica a produção e o próprio governo, que deixa de arrecadar tributos por meio do mercado ilegal.
Conforme o consultor executivo da Amprotabaco, Dalvi Soares de Freitas, a reunião serviu para esclarecer pontos que a entidade não tem tido acesso, como os atos da delegação brasileira na COP-8. “Claro que não se tem acesso a tudo, mas descobrimos, por exemplo, que a delegação ainda não está tratando da criação de novos impostos, na intenção de criar o fundo social para diversificação”, explica. Freitas diz que o assunto corre nos bastidores da COP-8, e que mesmo sem acesso ao evento, a comitiva brasileira irá seguir acompanhando a proposta.
O consultor diz que a delagação já se sabe que a próxima COP será realizada na Holanada, em 2020. “Aproveitamos esta oportunidade para frisar que não queremos a criação de um novo imposto, com a intenção de diversificação da produção”, destaca. Sobre o imposto Wickert explica que há um temor muito grande, pois o processo já está bem avançado no Congresso, que tem chamado a proposta de “Cide Tabaco”. “Não sabemos se isto será usado para diversificação. Ele não prevê claramente a diversificação na produção, faz-se mensão à saúde e outras áreas”, detalha. A Amprotabaco e seus municípios querem, segundo ele, participar da discussão deste imposto.
A comitiva da Amprotabaco conta também com a participação do vice-presidente da entidade no Rio Grande do Sul, Rudinei Harter. Nesta quarta-feira, 3, não estão previstas programações oficiais, pois o debate tem sido fechado à participação das entidades.

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